Discriminação de putas 2: Discriminação e abusos pela polícia

Vejam essa primeira foto. Uma puta pequena sem armas contra dois policiais grandes e armados, e mesmo assim ela é algemada. Essa é a realidade, putas são discriminadas pela polícia. Jesus, no entanto, quer salvar a puta. como simboliza a segunda imagem.


Vejam aqui fotos, como putas na China tiveram que esperar em pé na rua, algemadas e expostas à população. Às vezes os agentes colocam-nas em celas de homens, e os presos fazem delas um joguete para os seus desejos sexuais perversos depois de passarem semanas de jejum na prisão. 

Muitas vezes a polícia trata as putas como pessoas de ínfima categoria. Elas são transportadas como criminosos no porta-malas dos carros. Sem respeito ao seu pudor são 
Placa discriminando putas
transportadas às vezes nuas ou quase nuas. Nas prisões são mal-tratadas. São presas durante o trabalho com pouca e nenhuma roupa e têm que ficar assim às
vezes na prisão, expostas aos olhos cobiçosos dos policiais e outros. Às vezes são tb estupradas ou investigadas por mãos rudes que abrem a xaninha, boca e o cuzinho com força sob pretexto de procurar drogas, armas e mais.

Conhecido é o caso da prostituta Brenda de Natal, que foi presa por várias vezes pela polícia sob acusação de ser prostituta menor. Foi investigada intimamente sob pretexto de ver se ela era ainda virgem ou teve atos sexuais recentes. Foi estuprada na prisão e teve que ficar por uma semana em uma cela junto com 23 homens, que a estupraram a vontade. Os policiais responderam, que ela é uma puta e por isso não precisa ser protegida dos homens. Falaram-lhe que seria dentro da lei, possibilitar a uma presa que exerça a sua profissão também dentro da prisão.

Quando isso se repetiu por várias vezes e Brenda falou que iria procurar uma advogada, os policiais ameaçaram, que fechariam o pequeno barzinho da mãe dela, se ela tentasse fazer queixa contra os policiais. Assim ela ficou sem jeito de se defender dos mal-tratos e abusos, que continuaram até Brenda virou evangélica e o pastor dela negociou com a polícia.


Como fui discriminada e humilhada pela polícia por ser garota de programa:


"Uma vez voltei de um aniversário de um colega em casa, indo junto com três rapazes e a três namoradas deles, mais eu e mais uma garota. Chegamos a uma rua onde a polícia fez uma investigação, e fomos parados. Tive a minha identidade comigo, e quando eles a checaram, veio, ao parece, logo a informação que faço programa. Pelo menos perguntaram se faço programa, e falei que já fiz. Eles me separaram dos outros e me investigaram se eu tivesse drogas. Me fizeram entrar no carro deles e mandaram os meus amigos embora, mas estes falaram que queriam me esperar. Os policiais, entre eles tb uma mulher, pediram para eu tirar a calcinha para me investigarem melhor. Foi a mulher que enfiou um dedo, mas teve homens presentes que viram tudo. Depois falaram que teriam fazer a prova com a calcinha, se tiver traços de drogas. Me levaram para o combi que transporta presos, onde já teve três rapazes presos e me mandaram esperar lá dentro. Fechei as pernas para ninguém perceber, e eles só conversaram comigo. 
Os policiais falaram com meus amigos que eu seria presa, mas eles não queriam ir embora e mesmo assim me esperaram. Pouco depois outros policiais trouxeram mais um bandido. Ouvi como falaram baixinho para ele que não seria tão ruim lá dentro porque teria uma prostituta presa sem calcinha. Quando ele entrou ele logo falou: "E aí, gata, é vc que é a piranha sem calcinha?"
Aí não teve jeito, eles me abusavam. Gritei, e eles tentaram fechar a minha boca, mas consegui gritar um pouco, e meu colegas protestaram com os policiais e estes bateram muito contra o combi, mas ficou nisso, e entretanto os homens me amordaçaram com uma mão e um outro começou a me estuprar. Depois eles tentaram de amordaçar me com a cueca dele, mas no momento que ele tirou a mão gritei socorro. Ouvi meus colegas brigarem com a polícia e estes bateram de novo fortemente contra o combi, mas isso só ajudou para abafar meu gritos, e quando acabaram de bater, a cueca já estava totalmente dentro de minha boca. O primeiro acabou comigo, e o próximo transou também, mas depois eles não prestaram atenção à minha boca e dei um jeito e consegui expulsar a cueca e gritei socorro de novo. Desta vez consegui gritar por várias vezes até eles me dominaram e amordaçaram de novo. Meus amigos brigaram mais alto com a polícia, e estes batiam contra o combi, e finalmente abriram a porta, bateram nos presos e em mim e me tiraram nua do combi. Fiquei nua no meio da rua, até a mulher policial pegar minha roupa dentro do combi e me devolver. me vesti em frente de todos, e a calcinha nem recebi. Os policiais falaram que isso acontece muito, que uma prostituta presa tenta seduzir os outros presos para chantajar vantagens e a ajuda deles. Depois falaram que podemos ir. Falei ainda obrigada para eles e agradeci pela ajuda, mas foi na ironia. Espero que eles entenderam. Mas sou grata pela solidariedade de meus amigos."
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Prostituta evangélica brasileira humilhada pela polícia em Bozen, Áustria.
Uma jovem evangélica que foi traficada para a Europa e trabalhava ultimamente na Áustria, foi humilhada e maltratada pela polícia. Geovana, 18 anos, de Fortaleza, Brasil, foi levada por um bando tcheco para a Áustria para poder repagar as suas dívidas de R$ 25 mil pela viagem, educação e outros serviços. Trabalhava em um apartamento junta com uma moça romena, em um edifícico com vários apartamentos com em tudo 21 prostitutas.
A polícia chegou com 15 homens armados e vasculhou a casa toda e levou as meninas que estavam sem documentos certos e permissão de trabalho. Além de outras cinco meninas levaram Geovana, e Geovana foi algemada, ao contrário das outras. Geovana foi levada sem roupa e ficou um tempo nua na rua no vento frio e depois teve que sentar nua no combi da polícia. Os policiais falaram a um jornalista local, que não se acharam roupas de Geovana, o que é verdade, porque os cafetões levaram as roupas dela para impossibilitar uma fuga da jovem. Também alegaram que ela resistiu e por isso foi algemada. O advogada da jovem, que a organização "Estrela de Belém" organizou, alega que as humilhações começaram quando os policiais acharam a Bíblia da jovem, ouviram que ela é evangélica, e zombavam dela. Austria é um país católico traditional com nem 5 % evangélicos, e na polícia tem tb vários ateus. Ele disse que a polícia libera muitas vezes prostitutas forçadas, que estão sem roupas, mas sempre oferecem uma roupa ou no mínimo uma toalha para transportar a jovem.
A polícia refutou alegando que com uma moça renitente e algemada uma toalha nem serve e uma blusa não pode ser passada por causa das algemas.
Depois de ser levada para a polícia ficou sem roupa até a manhã, quando foi levada para a prisão. Passou nua em frente de várias celas masculinas até chegar à ala feminina, onde recebeu roupas. Os policiais alegaram, que já na polícia ofereceram uma cueca para a moça, já que não teve roupa feminina, mas que ela teria-a rejeitada. 


Retratação: A polícia não discrimina putas. Vejam a prostituta e policial gostosa de Sâo Paulo:
A "Arma não letal" mais nova da polícia !
Tania Santana dos Anjos conhecida como soldado taninha nas operaçoes delegadas do bairro do pari centro de sp, é policial militar e atua na ZN DE SP e é  garota de programa tambem, Video: http://www.youtube.com/watch?v=2UBc1_GeobQ 
Depois dessa reportagem em cima fãs de Tania mandaram essas fotos para provarem que a polícia não discrimina as putas. Escreveram que Tania era desde bem novinha generosa e não poupou nem a boquinha nem os outros dotes femininos.














3 comentários:

  1. Soldado Tania da força tatica do 47 bpmm, a saudosa boqueteira do presidio militar romao gomes, boquinha de veludo,kkkkk, a guarda ja fez fila no alojamento feminino, eita safadenha,kkkkkkk

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  2. Opa, agora é a Cabo tania santana da ft 47 bpmm, boqueteira e lanchinho dos oficiais da policia militar, adora a rola de um tenentinho novinho, vadia,kkkkkkk

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  3. kd as fotos , sumiram, queria tanto ver

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