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| Saudade da época em que a globoleza era evangélica e dançava completamente nua na TV e na rua. Foto: 2006 Valéria Valenssa |




Analises de sites de avaliação de putas e enquetes entre duzentos cafetões de oito países e mais de três mil clientes de prostitutas mostram claramente: As evangélicas transam melhor.
Enquetes sobre mulheres e meninas evangélicas trazem sempre como resultado, que elas transam melhor, abrem mais as pernas no sexo, são mais quentes, chupam com mais dedicação, engolem e oferecem quase sempre também o cuzinho.
Agora também enquetes e pesquisas em sites de avaliação de prostitutas confirmam essa tendência. Em Belo Horizonte e outras cidades no Brasil prostitutas recebem na média apenas nota 6.4 de seus clientes e 7.5 de seus cafetões. Se a gente compara as prostitutas evangélicas com suas colegas, a pesquisa muda, sobretudo nos olhos dos clientes. As evangélicas recebem dos clientes nota 8.2, enquanto as não-evangélicas chegam apenas a 6.0. Já os cafetões avaliam o desempenho as putas evangélicas com 8.4 e das não evangélicas com 7.3.
Entre outras razão os clientes falam que as evangélicas são mais sinceras, amorosas, submissas e fazem realmente o que prometem ou o que o cliente exige. Os cafetões contam que elas reclamam menos e são mais educadas.
Essa tendência é a mesma no mundo inteiro, mas de muitos países é difícil chegar a datas, porque não se pesquisam a religião das prostitutas avaliadas. As poucas datas acessíveis confirmam que evangélicas são mais quentes e oferecem mais pelo preço. Na África até os cafetões fazem diferenças grandes e se lambem os dedos por putas evangélicas, que existem em maior escala na Nigéria, África do Sul, Gana, Costa de Marfim e Libéria. Traduzidos para a escala brasileira de um até dez eles avaliam as putas evangélicas com 7.9 e as outras com 5.5. Já a máfia russa avalia prostitutas evangélicas com 9.2 e outras putas com 8.1 – notas altas em geral que são consequência do treinamento e educação bons oferecidos pela máfia às suas prostitutas.
A máfia turca paga para meninas evangélicas 20% a mais, e na Alemanha prostitutas evangélicas ganham 40% mais do que outras prostitutas. Mas a maior diferença ocorre na Itália: putas evangélicas nigerianas dão 120% mais lucro do que outras putas nigerianas.
Elas têm mais clientes por dia, adoecem menos e não fogem, e a fuga é que causa o maior prejuízo aos donos das putas. Por isso eles fazem de tudo para amedrontar as meninas com a ideia de que um fuga não terá sucesso e implicaria em castigos horríveis para a menina e a sua família na Nigéria. Com tais preparativos e castigos para submeter as putas eles perdem muito tempo que depois faz falta. As evangélicas, no entanto, são submissas desde o início e fazem simplesmente o que cumpre a elas. Assim uma puta de rua evangélica faz na média 500 Euro (R$ 1500) por dia incluídas gorjetas, e as outras putas chegam na média só a 260 Euro (R$ 780).
As evangélicas são mais humildes e se contentam normalmente com 5 até 7%, então 25 ou 30 Euro, mas as outras não param de reclamar até elas ganham 10 ou até 20%, então entre 28 e 56 Euro por dia. Assim os cafetões, cafetinas ou outros responsáveis ficam somente têm um lucro de na média 220 Euro com prostitutas nigerianas normais, mas de 470 Euro com moças evangélicas importadas da Nigéria.
Mesmo assim 46% dos cafetões não gostam de putas evangélicas, enquanto só 38% preferem prostitutas evangélicas. As razões pela rejeição das evangélicas são obscuras, possivelmente medo da religião em geral,ou receio de explorar uma moça ética e comportada. Segunda a psicóloga Dra. Laura Micconi, Nápoles, Itália, muitas vezes sentimentos inconscientes de inferioridade fazem com que os cafetões se sentem mau ou inseguros quando lidam com prostitutas evangélicas.

Pela mesma razão e para compensar e superar tais sentimentos certos outros cafetões batem muito em putas evangélicas, embora que o desempenho delas seja boa, como eles mesmos relatam. Perguntados pela razão por que eles batem mais nas evangélicas, embora que elas lucram mais e se comportam melhor, respondem que batem para elas sempre continuarem assim, e outros respondem que batem porque elas gostam de serem escravizadas e tratadas com dureza.



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