Uma puta é como uma caneta

“Uma puta é como uma caneta em relação a um livro. A caneta sozinha não escreve o livro. É a mão do escritor, que escreve. Assim são vocês, putas e prostitutas. Vocês sozinhas não podem ser prostitutas que fazem homens realmente felizes e atendem sempre só com sentimentos bons como amor, obediência, submissão, dedicação, paixão e mais. Quem faz isso, são os cafetões e os homens que trabalham por essa organização (a máfia russa). Se alguém lê um livro bom, não deve agradecer à caneta, mas ao escritor. Assim também um cliente que foi atendido bem e fica inteiramente satisfeito, não deve agradecer à puta, mas aos homens ou a organização, que a tem em suas mãos, e a promove e guia pelo caminho certo.”

“Eu quero ser assim como uma caneta, totalmente navegável e dirigível, mas não consigo.”

“Você deve falar com seu cafetão, que você falou comigo e descobriu que existe ainda um resto de rancor, rebeldia, birra e insurreição em você, e deve pedir a ele que terminasse com essa amargura, tirando toda a birra até que você fique uma puta totalmente pura, meiga, dedicada e submissa.”

(Diálogo de um psicólogo da máfia russa com uma prostituta dela. Citado do livro: Como prostituta tailandesa na Rússia)




















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