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| A história de uma puta japonesa que virou urinol humano |














A pior coisa que fizeram comigo, quando fui prostituta, aconteceu em uma festa num ceremonial logo na entrada de Sete Lagoas, uma casa azul. Fui forçada a ser prostituta, mas ainda não acostumada. Pensei que seria levada para uma festa, mas os três rapazes, que eram meus cafetões e torturadores me levaram para um banheiro masculino ao lado da piscina, que nem foi usada nessa noite, já que era meio frio.
Me tiraram as roupas e me amarraram a cabeça assim em um dos urinois, que os rapazes poderiam mijar na minha boca.
Estive com um anel grosso encravado no meu grelinho, e nele eles fixaram uma corrente e escreveram na parede: "Se ela não se comportar bem, é só puxar a corrente."
Assim fiquei. Ainda bem que os rapazes, que pela propaganda de boca a boca foram para o banheiro, logo se decidiram para serem chupados e não mijaram em mim. Eles mexiam também com meus peitos, bucetinha, nadegas e cuzinho, mas só com as mãos, porque fui amarrada de joelhos e seria difícil estuprar-me nessa posição. Não podia me defender, porque seria castigada duramente. Além disso tinham amarrado as minhas mãos. Nessa posição fiquei de 19.30 horas da noite até 4.30 horas da manhã, então por longas 9 horas, chupando umas 30 ou 40 pessoas, mas muitas deles duas ou três vezes durante a noite.
Quando os três cafetões meus reparavam que ninguém mijara em mim, ficaram com raiva e eles mijaram em mim. Chamaram mais uns cinco rapazes, que ainda estavam lá para tb mijarem em minha boca e por cima de mim. Depois me limparam com a mangueira e sabão para limpar o chão. Não teve toalhas e me desamarraram e fizeram correr nua ao redor da piscina para secar. Depois me jogaram no chão e os oito rapazes me estupravam. Depois me limparam de novo, me fizeram correr de novo e me sentaram assim nua no carro e voltamos para Belo Horizonte, onde eu teria que trabalhar num puteiro da Rua Guaicurus desde cedo da manhã.
Aí se lembraram que estive sem roupa e que seria difícil aparecer assim na Rua e passaram a casa deles primeiro. Em casa recebi uma surra, ainda nua, porque falaram que ninguém mijou em mim e eles achavam que foi uma trama minha. Também me culparam que estava sem roupa, porque deveria lembrado a eles para levarmos a minha roupa, que ficou esquecido em um canto do banheiro. Mas na hora da saída não tive coragem de falar nada, já que eles me trataram como lixo.


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