Meninas que apanham. Putas açoitadas, flageladas, castigadas de cito, chibata, chinelo ou pela mão dura de seu superior.





















Ceyla, uma puta de Belo Horizonte, conta como levou muito de cinto quando era puta novinha:

Eu apanhei já muito. Um dos momentos mais feio era quando trabalhei como prostituta na Rua Guaicurus, no centro de Belo Horizonte. Era o dia de natal, e meu cafetão queria me para servir com outras putas numa casa de uma amigo, onde teve uma festa e ficou de me buscar às 21h da noite. Fechei meu quarto, tomei banho, coloquei perfume, creme, mel na xaninha e todas essas coisas de prostituta boa e submissa e esperei. Esperei muito, e desci para o porteiro pedindo que ele ligasse para o meu cafetão, mas ninguém atendeu. Estive só de roupa de puta, calcinha e sutiã de lingerie provocante e uma minissaia minúscula cor de rosa.

Passaram 11 horas, e falei que se ele não viria até a meia noite, teria que sair sozinha. Meu cafetão não permite que as putas andam de taxi sem pedir licença dele antes. Por isso teria que ir meia uma hora a pé, ou ficar desse jeito seminua no ônibus superlotado, onde seria encoxada e bolinada por muitos sem vergonha. Já que teve ainda por cima chuva pensei: Meu cafetão vai entender, que eu tinha que ir de taxi. Vou então gastar uma parte do dinheiro para pegar um taxi.

Levei o dinheiro desse dia, que ganhei para meu cafetão, e sai. No dia de natal não se acham taxis, e fui para a rua São Paulo procurar, mas nem lá teve um taxi na espera. Tive que esperar no ponto de taxi. Alguns rapazes reparavam em mim, alguns deles eram bebados, e eles me abordaram, pegaram no peito e na minha bunda, que estava bem acessível. Quando me defendi rasgaram as minhas roupas e fiquei nua. Com o tempo consegui escapar, mas eles ficaram com minha bolsa com meus pertences e o dinheiro para o meu cafetão. Consegui fugir até o puteiro, embora que estava nua e muitas tentaram de pegar em mim para se divertir, alguns até me pegaram e me beliscaram nos peitos e entre as pernas, mas consegui sempre de me liberar com o tempo. Cheguei para o puteiro, e o porteiro falou que meu cafetão apareceu. Ligamos de novo para ele, e agora ele atendeu. Contou chorando o que aconteceu comigo e o dinheiro.

O porteiro me deu a sua camisa para eu me cobrir enquanto esperar na porta. Quando meu cafetão chegou ele esteve furioso, mas não disse nada. Devolvi a camisa e entro nua no carro dele.

Quando chegamos para a casa, ele estacionou o carro na garagem, e antes de subir tirou o cinto de sua calça, torceu meus braços nas costas assim que fiquei curvada, expondo a ele a bunda. Depois ele começou a bater em mim com toda a força. Gritei, implorei, chorei, mas ele não parou até meu corpo todo era uma única grande dor.


Na escuridão da festa não deu pra ver muito as estrias, mas quando os rapazes pegavam em meus peitos e bunda para se divertirem, chamas de calor e dor percorriam meu corpo. Isso era a minha noite de natal desse ano.





Nanda, putinha de Aracaju, relata:

Minha pior chinelada
Quando fiz programa por um cafetão de São Salvador fiquei um pouco rebelde e comecei a rejeitar certos clientes, porque eles enfiavam sempre dois ou três dedos no meu cu, quando transavam, e quando beijavam cuspiam na minha boca e faziam outras coisas para me humilharem e espinharem. Quando eles reclamaram de mim, meu cafetão me deu 80 chineladas na bunda nua. Ele e alguns clientes me colocaram nas costas e curvaram minhas pernas até que as canelas ficaram ao lado da minha garganta. Pisaram por cima de minhas canelas e braços para me fixarem assim, com a bunda, a buceta e o cuzinho totalmente expostas. Assim recebi a chinelada, e meu cafetão e alguns dos clientes, que reclamaram de mim, se revezavam. Depois me jogaram no chão e me estupravam no cu, por quatro horas. Não tenho certeza, mas eram 12 homens em tudo, e alguns me estupraram duas vezes. Assim cheguei a fazer umas vinte vezes anal. Nunca mais rejeitei um cliente.




















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