Prostíbulo clandestino em fazenda de Santa Leopoldina, ES, fechado

Com a participação de funcionários da Prefeitura Municipal, uma equipe de policiais fechou uma casa de prostituição na localidade de Rio das Farinhas e prendeu os responsáveis pelo estabelecimento ilegal em cumprimento de mandados de busca e apreensão expedidos pela comarca do município.
Uma mulher, M. L, de 44 anos e um homem, A. S., de 48 anos, foram presos. Segundo o titular da Delegacia de Polícia (DP) de Santa Leopoldina, delegado Fabiano Rosa, as vítimas eram atraídas com a falsa promessa de que trabalhariam como empregadas domésticas, porém as mulheres eram obrigadas a fazerem programas sexuais com os clientes do bar, localizado em um sítio.
“Uma das vítimas declarou que as meninas erma espancadas diariamente pelos responsáveis pelo local e também relatou que passou a ser ameaçada quando 
queria parar de fazer os programas sexuais”, contou o delegado. No sítio onde funcionava o prostíbulo foram apreendidos uma espingarda, diversas munições, 130 unidades de preservativos e uma caderneta com vários nomes de garotas de programa.
Segundo o dono do sitio as meninas foram contratadas como empregadas, mas elas não conseguiam cumprir as normas no trabalho doméstico e por amor e bondade desenvolveram com alguns amigos essa alternativa para as mulheres e meninas, que sem essa oportunidade ficariam sem emprego.
Testemunhas relataram que foram meninas com baixo desempenho em qualquer serviço, e por isso também não tivessem feito sucesso na prostituição, se os fazendeiros não cuidassem delas. “Espancamos as meninas cada dia para melhorar a idoneidade para a prostituição.”
Uma outra testemunha conta: “Depois dos espancamentos as meninas atendiam com dedicação e fervor. Elas aprenderam muito nesses meses, que vai ajudar a elas na vida inteira.”
Um vizinho reclama: “É lamentável que a polícia não reconheça o trabalho social, que fizemos com essas meninas, que eram piranhas preguiçosas e ineptas e viraram prostitutas gostosas e educadas.”
Uma menina conta: “Se fiz poucos programas, o fazendeiro me pendurou nua pelos punhos no estábulo e me açoitou com o cinto. Fiz de tudo para agradar aos clientes, mas não consegui sempre fazer tantos programas como exigiam de mim.”
Uma outra garota reclama da falta de higiene: “Os banheiros estão em péssimas condições, nós meninas tomamos banho de mangueira, mas os clientes saíram do banheiro sem poder lavar nem as mãos e tocaram em nós e exigiam para serem chupados.”
Uma senhora, esposa de um vizinho, disse: “Conheço algumas meninas pessoalmente e conheço bem essa laia 
de garotas. Querem ficar o dia todo no internet, na cama ou na balada, só não querem trabalhar. Só se mexem à base de surras. Acho que fizeram um grande bem às meninas acostumando-as a trabalhar, obedecer e atender bem aos vizinhos, que frequentavam aí.”
E um fazendeiro reclama: “No início nem abriam as pernas direitinho e nem chupavam, só lambiam bem rápido. Depois de receberem surras a situação melhorou. Foi uma bênção para as meninas, senão todas perderiam o emprego.”



















Posted by Picasa

Nenhum comentário:

Postar um comentário