60% das prostitutas menores reclamam por discriminações e bullying por colegas de escola.

ya-003 Putas menores que são forçadas por pais, primos, irmãos, tios ou outras
pessoas, ou pelas circunstâncias como pobreza, doenças de familiares,
vícios de familiares e outras contingências sofrem muitas vezes ainda por
cima por discriminações e bullying por lado de vizinhos, amigos, parentes e
colegas da escola. O bullying na escola é a forma mais cruel, porque as
meninas não podem se desviar das zombarias e agressões, já que têm o dever
de participarem das aulas.
Das mundialmente aproximadamente 10 milhões prostitutas menores entre 6 e
16 anos umas 4 até 5 milhões frequentam escolas. Em muitos casos, sobretudo
quando se trata de meninas pequenas de até 14 ou 15 anos, a prostituição é
exercitada em casa e os colegas da escola não sabem nada. Mas em muitos
desses casos acontece, que alguém dos colegas ouve a informação. Por
exemplo acontece, que um tio, primo ou amigo de um colega usa uma
prostituta menor e conta depois sem vergonha ou até sem mencionar a sua
parte nisso: "Imagina, quem se prostitui da sua escola..."
O que acontece a seguir mostra uma luz ao estado depravado da sociedade. O
menino espalha a sua informação entre os amigos, se gabando do
conhecimento, e aos poucos a escola toda sabe, menos a menina. Ela não
entende porque alguns mudam seu comportamento para com ela. Uns evitam o
contato com ela, outros falam palavras safadas com ela e olham-na com
sorrisos marotos. Em vez de compaixão dos colegas ela enfrenta zombaria,
gozação, discriminação, e outras formas de bullying. Muitas vezes falam que
ela é uma puta e por isso não pode reclamar se é tratada como uma puta. Em
outros casos meninos abordam a vítima e falam que sabem que é uma puta e
vão espalhar a notícia na escola toda, se a menina não permite abusos pelos
colegas. 96% das meninas em tal situação falam que colegas chamam-na de
puta, 65% já viram as palavras "fulana é uma puta" escritas na parede ou
quadro negro ou outro lugar, 84% já foram molestadas sexualmente por
colegas que colocaram a mão nos peitos ou na bunda, 55% já foram seguradas
por vários colegas e cutucadas, encoxadas e bolinadas, 67% contam que
colegas já enfiaram dedos nela contra a sua vontade ou por chantagem, 53%
já foram estupradas e forçadas por chantagem para dar a um colega, 41% já
foram estupradas por um grupo de colegas, 33% falam que já foram levadas
para o banheiro ou uma sala da escola para serem abusadas ou estupradas,
21% contam que isso acontece muitas vezes com elas, 23% já foram levadas
para uma casa de um colega ou outro lugar fora da escola para serem
estupradas com calma, e 11% falam que isso acontece assiduamente com elas.
16% contam que já aconteceu que colegas ofereceram sexo pago com ela a
terceiros e forçaram-na para atender aos terceiros. 7% falam que são
frequentemente exploradas dessa foram pelos colegas da escola.
43% falam que os professores são coniventes, quando saberem dos casos. 44%
falam que os professores aproveitam para também abusarem tais meninas, e
33% responderam que os professores ajudaram.
Esses são números do mundo inteiro, ajuntando dados do primeiro mundo com
países de alto índice como certos países africanos. Esperemos que no Brasil
a situação seja uma pouco melhor. Interessante porém uma pergunta que foi
feita a 350 prostitutas menores vítimas de bullying em escolas: "Os
evangélicos te tratam melhor, com mais compaixão e amor?" 29% da putas
adolescentes e infantis responderam de sim, 47% disseram que não faz
diferença, e 18% falaram de não, pelo contrário.
Temos que aprender ainda muito para sermos seres civilizados.
O país que menos discrimina as putas menores nas escolas é a Rússia.
Segunda a socióloga Jaga Kowalski, Varsóvia, meninas russas sonham muitas
vezes de poderem ser prostitutas de luxo, e por isso meninas que já começam
a carreira precocemente são consideradas um caso normal.

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