Uma menina cega foi considerada como inútil por seus pais e vendida por R$ 130 a um traficante, que a prostituiu. A menina é bonita, mas a cegueira fez com que seu valor foi considerado tão baixo. O pai dela deveu o dinheiro pelo consumo de drogas dele, e quando não podia pagar uma dívida de meros R$ 130 aceitou a proposta de dar a sua filha de 15 anos em lugar do dinheiro em espécie.
Também o traficante não valorizou a menina e deixou-a em um puteiro de ínfima categoria, onde ela é a única jovem entre putas velhas e gastas, e onde o preço por meia hora é somente de R$ 4.
A desvalorização da menina por causa da deficiência de cegueira aconteceu no Brasil. Se ela morasse na Ásia, não sofreria o mesmo destino, porque prostitutas cegas são valorizadas na Ásia e às vezes uma menina cega é vendida até mais cara do que uma menina normal. Em Tokio, Japão, existe até um prostíbulo de alto nível com 15 meninas e mulheres cegas. Algumas delas tocam até instrumentos musicais para os fregueses, embora que sejam em muitos casos cegas desde o nascimento.
| Putas cegas são normalmente boazinhas, subservientes e dedicadas. Elas são felizes por poderem fazer algo útil. |
Na Arábia Saudita uma negra bonita, mas cega, foi em 2013 vendida por $ 28 mil (atualmente quase R$ 60 mil).
Meninas cegas desenvolvem geralmente mais habilidade nos outros sentidos. Por isso elas tem um tato muito mais sensível e tocam o corpo do cliente de um jeito incomparável. Também com a língua são verdadeiras artistas.
Outra vantagem é que as meninas cegas não vêem se um cliente é feio ou bonito. Por isso atendem a um velhinho torto e gasto com a mesma dedicação com a um jovem bonito.
Outra vantagem delas é a sua dependência do cafetão. Levadas a um local diferente como um puteiro em outro bairro ou cidade, não podem fugir por não conhecerem a região. Dependem totalmente da benevolência do cafetão e têm que fazer de tudo para satisfazê-lo.
Putas cegas são consideradas submissas, atenciosas, dóceis, amorosas e dedicadas. Por isso já vários dos antigos sultões e outros soberanos muçulmanos, que mantinham haréns de mulheres e meninas, gostavam de meninas cegas como guloseimas para suas camas. Estatísticas mostram, que prostitutas cegas conseguem tantos clientes como prostitutas normais, desde que elas trabalham em puteiros.
Se elas trabalham na rua ou em casa têm mais dificuldades. Mas no puteiro, sempre sob proteção e promovidas pelo cafetão e os funcionários, elas cumprem sua função sem falta. Por isso ninguém deve discriminar meninas cegas, mas justamente na prostituição elas têm uma chance de trabalhar em uma área onde elas são iguais às outras.
Contos de prostitutas IIProstitutas forçadas, empregadas evangélicas, faveladas evangélicas e outras meninas novinhas obrigadas a se venderem contam as coisas duras de suas vidas. Putas de vários países contam como foram seduzidas, exploradas, estupradas, escravizadas, abusadas e castigadas sem dó até virarem escravas totalmente submissas. Essa coletânea publica material confidencial de meninas presas no comercio do sexo hoje e no passado. Você vai ler coisas, que você jamais imagina. 600 páginas e 250 fotos revelam como meninas inocentes são sacrificadas e exploradas por patifes vis. Conheça um mundo que é fechado à maioria das pessoas. Muitos usam prostitutas, mas não conhecem seu coração, sua alma e a luta da vida delas. Entre centenas de relatos e destinos escolhi os mais comoventes incluindo o estupro de Bia, nomeado o pior estupro da história do Brasil.
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A evangélica no manicômio:
Estado Islâmico Volume 1 (Meninas novinhas cristãs e de outras religiões são capturadas e mandadas para centros de estupros para reeducação e conversão ao islã e para divertirem e premiarem os soldados muçulmanos do ISIS.)

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