Observa a moreninha na praia,
Em seu biquíni minúsculo.
Ela se vira, se mostra, se curva,
abre as pernas tão sensuais,
o abraço entre a correia fina
entre suas pernas e seus lábios delicados
torna-se mais forte e íntimo.
Um beijo muito sensual.
A correia mergulha nessa doçura,
Se enfia nessa aroma delirante,
Revelando cada vez mais as formas
Você sente a doçura perfeita,
O odor da juventude de uma menina;
E com cada movimento dessas pernas lisas,
Dos lábios submissos ao cavalgante ousado
Você sente mais a respiração do Criador.
Ela é tão limpinha e boa,
Recebe a correia que cavalga entre suas pernas
Ai, abre as pernas,
Deixa ver a correia estreita mimada por seus lábios,
Abrindo a vala com rigor amoroso
Vislumbrando o pequeno soldado no meio da ravina.
Se curva para se vê como entre suas nâdegas redondas
a corda fina se estica por cima da portinha de trás,
marrom e rosada, quente e fechadinha.
A correia e os doces lábios da bucetinha,
O cavaleiro e a noiva,
A putinha e seu primeiro cafetão,
Uma escrava e seu dono,
A pele da escrava e o açoite,
A água e o peixe,
O ar e o pássaro.
Que bucetinha amena que devora o biquíni
Com tanta devoção e submissão.
Admirada por todos,
mas bem dentro de seu coração de adolescente
ela sente o broto do desejo libidinoso para
poder ser uma cadela, uma puta,
uma escrava, uma cachorra,
uma piranha, uma prostituta,
sempre submissa a você,
sempre submissa a todos,
sempre submissa aos seus
próprios desejos,
sempre submissa.






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