Adolescente indiana foi estuprada duas vezes por grupos e no dia de Natal assassinada AFP - Agence France-Presse Publicação: 02/01/2014 12:10 Atualização: 02/01/2014 12:48
Amina era uma adolescente indiana de 16 anos, que já com 13 e 14 anos foi tão bonita, que tornou-se um sonho para muitos vizinhos e outros homens. No dia 26 de outubro uns oito homens se ajuntaram e pegaram a jovem perto da casa de sua família na cidade de Madhyagram, 25 km ao norte de Calcutá. Levaram-na para dentro de uma casa e a estupraram por horas. Depois a ameaçaram para não fazer ocorrência. Mas na outra manhã, depois de ser liberada depois de ser estuprada a noite toda mais de vinte vezes, ela foi para a polícia. A polícia não foi muito cooperativa, e a moça teve que esperar por muitas horas e voltou somente à tarde. Nesse momento os estupradores chegaram a saber, que a jovem tinha feito ocorrência e eles a esperavam na rua e falaram que admoestaram-na para não fazer ocorrência. De castigo e para pressioná-la eles levaram-na de novo para a casa e estupraram-na de novo a noite toda até ela prometeu, que iria retirar a ocorrência. Depois foi liberada. Mas ela não retirou a queixa. Os homens foram várias vezes para a sua casa perguntando se ela já retirou a queixa, mas ela não respondeu, nem abriu a porta. No dia de Natal, quando os pais da moça estavam por fora da casa, os homens irromperam a casa e pegaram a jovem. Quando ela confessou, que não retirou a queixa, colocaram gasolina nela e queimaram a menina viva, sem dó. Ela, porém, não era morta, quando foi resgatada e prestou depoimento diante de um oficial de justiça e afirmou que duas pessoas ligadas aos acusados atearam fogo nela quando estava sozinha em casa", informou o policial Nimbala Santosh Uttamrao à AFP. Uma semana depois ela morreu por causa dos ferimentos graves. A polícia realizou as duas primeiras prisões na quarta-feira, dois meses depois do primeiro crime, afirmou, por sua vez, o chefe de polícia Rajiv Kumar. "Os acusados tentaram matar minha filha ateando fogo nela para silenciá-la sobre os crimes", declarou o pai da vítima, um taxista. 



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