Seu nome é Lulu e ela é delgada, 160 cm, peitos muito firmes de tamanho 90, que ficam em pé como uma arma, ela é totalmente depiladinha, cheirosa e transa como uma máquina. Desde os 13 anos de idade, quando seus pais a venderam a um traficante de mulheres, ela é prostituta e faz na média 27 clientes por dia, variando entre 15 e 45, com um recorde único e excepcional em uma festa da máfia albanesa, seu atual dono, de 178 vezes em 24 horas.
Com 16 anos ela foi vendida para a Alemanha, onde ficou em uma casa com 50 putas, sempre em quartos a duas. No seu quarto sempre teve filas, dia e noite. Assim ela transou em cada ano com 9800 clientes. Hoje ela tem 36 anos e o total de clientes atendidos é de 225 mil pessoas, entre elas somente umas 500 mulheres, porque ela fazia quase sempre programa em puteiros, e neles mulheres não têm acesso, a não ser as próprias putas.
Ela atendeu em 46 puteiros diferentes, o que é, aliás, pouco para uma prostituta e mostra a qualidade dela, porque ela ficou sempre mais ou menos seis meses ou mais em um lugar, já que a demanda era muito grande. Quando outras putas depois de poucos meses têm que ser transferidas para um outro lugar, para os clientes sempre verem nova carne, com ela foi o contrário. A propaganda de boca em boca e clientes, que voltaram muitas vezes, deixaram a freguesia crescer por muitas semanas. Entre os lugares se destacam cidades como Amsterdã, Londres, Paris, Berlim, Hamburgo, Madri e Copenhague.
Ela recebeu mais de mil pedidos de casamento, mas a máfia albanesa não permitiu, já que ela ganha com essa prostituta magnífica por ano mais de R$ 1 milhão, sem cobrar preços caros (R$ 80 por programa simples, o que para um europeu não é muito.) A máfia albanesa comprou-a com 19 anos de um cafetão, que foi preso e fechou seu puteiro, por R$ 32 mil, um soma que Lulu ganha em oito dias.
Ela é sempre alegre e faltou só duas vezes no serviço: Uma vez quando engravidou e a máfia não quis a criança e mandou-a abortar, e uma vez quando um cliente brutal lhe torceu um braço tanto, que a articulação saiu do ombro.
O desempenho de Lulu é tão bom, que ela quase não precisa de medidas educativas ou castigos da máfia e dos cafetões dos respectivos puteiros. Eles preferem em não se intrometerem muito para não atrapalharem os bons negócios. Em toda a sua carreira ela só foi açoitada 14 vezes, principalmente nos primeiros anos quando ela ainda não era totalmente submissa e obediente. E também outras surras ou castigos só recebe de vez em quando. Não por falta de desempenho, com certeza, mais como medida preventiva para ela não relaxar e para lhe lembrar de quem é o chefe.
Quando a máfia albanesa comprou-a, ela teve um dívida de R$ 50 mil pelos documentos falsificados (passaporte com permanência e idade aumentada para 18 anos, quando ela teve 16), casamento fingido para garantir a permanência, viagem, treinamento e dívidas acumuladas na Tailândia e passadas para frente. Adicionaram-se os 32 mil da compra mais 10% provisão pelo trabalho da máfia e o custo por um treinamento de 3 dias (na verdade teve que chupar 200 homens e foi estuprada sem parar, e isso se chama na Alemanha “curso de cavalgar para potrancas novas”).


Começou então com R$ 90 mil dívidas. Ganhou por dia R$ 2250, na média, e recebeu como sua parte 15%, que são R$ 338. Dessa soma pagava os R$ 130 pelo quarto, R$ 50 pelas refeições, camisinhas, sabão, xampu, cremes e mel para o corpo, papel higiênico e outras necessidades, que um encarregado do puteiro compra e fornece para as putas. Os juros pela dívida foram estipulados em 5% ao mês, que eram R$ 4500 ou então R$ 15 por dia. Deu para pagar os juros, mas não sobrou nada para pagar aos poucos a dívida. Aí ela começou a economizar nas refeições e produtos de cosmética, incentivando aos clientes mais apaixonados, que costumam de trazer presentes, em vez de trazer coisas inúteis comprar frutas, cremes e perfumes. Assim conseguiu às vezes pagar um pouco da dívida, e depois de sete anos trabalho dedicado, constante e forçado conseguiu reduzi-la para 80 mil. Depois ficou mais fácil, porque os juros caíram para 4 mil por mês. A luta continuou, e depois de três anos reduziu a dívida para 70 mil e depois de mais um ano e meio para 60 mil. O resto conseguiu em 10 anos, e hoje está livre de dívidas, mas teve que assinar um contrato para não sair do serviço sem permissão da máfia. Ela aproveita para mandar dinheiro para a família possibilitar estudos de sobrinhos e reformar a casa. Depois pretende fazer uma economia para si mesma, porque daqui a 10 anos termina seu contrato e pode sair do puteiro, se paga uma taxa de 20 mil. Mas quando sair, ela quer ter mais na mão para abrir uma venda na Coreia, ou estudar algo. Mas talvez mude da ideia e casa, se ela com 45 anos ainda acha pretendentes bons.
As asiática não envelhecem muito, e muitas putas fazem com 45 ainda sucesso, porque os clientes acham que elas são jovens de 20 anos. Vamos torcer, que tudo der certo e Lulu tiver essa sorte, o então consegue montar a sua venda e seja feliz no seu país. Afinal de contas, uma prostituta, que volta com dinheiro e monta uma venda, vai causar muita falação, e quem sabe, muitas outras meninas bonitas se deixam animar para também seguem o caminho de Lulu, e assim o mundo tem sempre meninas novinhas e gostosas para se deleitar, se recuperar do estresse do trabalho e homens mais velhos rejuvenescerem através de contatos com meninas novas e boas.


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| Assim uma menina faz sucesso: sempre alegre, obediente, obsequiosa, prestativa, gostosa e submissa |







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| Uma puta ou qualquer menina boa sempre oferece também o cuzinho |


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| A submissão e dedicação de prostitutas asiáticas são reconhecidas no mundo inteiro. As asiáticas são elogiadas como "pequenas máquinas marrons de foder" (Little brown fuckung machines). |





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| Chupar bem é sempre também uma expressão de amor, dedicação, obediência e submissão, qualidades quase inatas nas prostitutas asiáticas. |




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| Abrir bem a buceta é sinal de submissão e consciência de puta. |








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