Um milhão de meninas filipinas trabalham em outros países como empregadas, sofrendo abusos, estupros e violência. Para o azar deles as pessoas nos países ricos da Europa não têm o costume de contratar empregadas, mas eles mesmos resolvem tudo em casa. Restam para as meninas pobres das Filipinas e certos outros países os países árabes.
Enriquecidos pelo petróleo os homens muçulmanos, já educados como machistas e com grande desdém de mulheres pelo Islã, viram cada vez mais soberbos e arrogantes e tratam os empregados como escravos. Recentemente jornais publicaram como nesses países os operários estrangeiros, que até constroem estádios de futebol, são maltratados. Quanto pior é a situação de uma menina novinha, que chega a uma casa com
pai, filhos e mais homens, que todos acham, que uma empregada é uma escrava sem direitos, e acham a coisa mais normal usá-la também sexualmente.
Alguns países árabes nem têm no código da justiça a possibilidade que um estrangeiro pode fazer uma queixa. Por isso é impossível para uma filipina pedir ajuda à justiça. Pelo direito muçulmana ela precisa também de duas, ou em alguns países, quatro testemunhas masculinas e muçulmanos para provar um estupro. Isso ela nunca consegue, já que uma testemunha, que se atreveria falar ao seu favor, seria considerada como traidor pelos muçulmanos.
Mas ela pode ser castigada, porque depois de terminar o processo contra os patrões por falta de testemunhas ela é acusada em processo separado de fornicação fora do
casamento. Não precisam de testemunhas, porque usa-se o depoimento da moça em que ela mesma disse que teve relações com o patrão ou com os filhos dele. Por isso será julgada sem problemas e recebe por volta de cem chibatadas em praça pública, um grande divertimento para a população.
Mas na maioria dos casos nem chega a esse ponto, porque uma empregada fica trancada em casa, e o patrão confisca o passaporte dela.
85% das empregadas filipinas sofrem abusos de alguma forma, 67% são estupradas. 56% tem que transar regularmente com seu patrão ou os filhos, 34% ficam à disposição sexual permanente a vários homens da casa do patrão, como pai, avó, tios, irmãos, filhos, motorista e outros empregados e parentes.
43% não recebem o salário combinado, embora que ele é muito baixo para um árabe. Mas os patrões usam alguma falha das meninas para cobrarem indenizações ou multas delas, e na dúvida inventam uma falha para poderem prejudicar e explorar as novinhas pobrecitas e indefesas.
76% das meninas reclamam que têm que trabalhar em roupa muito curta, sobretudo as minissaias. 39% reclamam que não recebem calcinhas, e 15% relatam que já tiveram que trabalhar completamente nuas.
Alguns patrões exigem a nudez da menina, se ela faz trabalhos mais sujos como limpar um galpão encharcado ou um quintal desleixado. Eles exigem a nudez da menina para a roupa boa dela não estragar.
54% das filipinas reclamam também da comida que recebem, que é muitas vezes insuficiente, e elas passam fome, mesmo vivendo em uma casa de gente rica.
19% das filipinas engravidam durante o serviço. Geralmente elas servem por um ou dois anos como empregadas, depois tem que voltar para as filipinas para renovarem o visto.
Das que engravidam 45% são animadas ou forçadas para fazerem aborto. 21% dão à luz depois do fim do contrato, de volta nas filipinas, 23% são mandadas embora, assim que a gravidez se manifesta, e 7% dão à luz na casa de seus patrões. Geralmente o bebê fica com os patrões,
porque eles se consideram donos dele, embora que ele não cresça como filho, mas mais como escravo na casa deles. Quando a mãe depois de um ano volta para as filipinas, tem que deixar seu bebê.
Também aqui a situação das negras africanas é diferente, porque elas são tratadas como escravas que permanecem na casa. 88% delas engravidam na casa de seus patrões, e delas 91% dão â luz na casa do patrão. Se nasce uma menina, uma mulatinha, ela é vendida com 9 ou 10 anos e vira escrava sexual de quem a compra.







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