Menina prostituta evangélica assume castigo em lugar da colega

Amanda morou com a sua avó desde os 8 anos de idade, porque seu pai morreu. Sua mãe ela não conhecia, o pai se recusara falar dela, e agora o pai era morto. A avó levava Amanda para uma igreja evangélica e ela adorou os cultos. Aprendeu cantar e dançar coreografia. Quando Amanda teve 14 anos, a avó morreu, e ela foi morar com a meia-irmã de seu pai. Ela trabalhou durante a noite, e o marido dela durante o dia. Na noite Amanda ficou sozinha com o tio, e os dois filhos dele, um menino de 16 anos e uma menina de 8. Amanda teve o dever de cuidar da casa, e, além disso, o tio começou a assediá-la. E quando Amanda não deu bola, ele tramou um plano diabólico. Convidou uma sobrinha, que era prostituta, para ficar um fim de semana em casa, e deixou as meninas a vontade, saindo da casa. A sobrinha mostrou a Amanda seu novo celular com câmera e tudo, e elas faziam muitas fotos. A sobrinha incentivou-a cada vez mais, e as duas acabaram tirar fotos nuas. Essas fotos ela entregou ao tio.

Alguns dias depois o tio falou, que a sobrinha teve um acidente, e quando foi levada para um pronto socorro, caiu um pendriver da bolsa dela, que foi entregado a ele. E quando ele o abriu achou as fotos nuas da Amanda ou das duas. Falou que seria um caso sério e teria que falar com os professores da escola dela, com o pastor e os lideres da igreja e da juventude e com sua esposa. Amanda assustou e pediu para não fazer isso, mas o homem não quis ceder. Na verdade ele só fingiu intransigência, na verdade esperou até Amanda melhorar a oferta, e só quando ela disse que faria de tudo para o tio não a denunciar, ele aceitou e disse que eles então deveriam ter um segredo daqui pra frente. E para ter um segredo, eles devem ter um penhor, e o penhor seria que ela deveria ficar nua em frente dele. Ela discutiu e negociou, mão teve jeito, e ela se desvestiu. O homem chupou-a e filmou tudo. Depois exigiu para Amanda não falar a ninguém, senão eles queriam ver as fotos e filmagens, e Amanda prometeu: “Claro que não, ou pensa que eu queria que todo mundo me visse nua?”

Assim o tio ganhou mais material contra ela, e foi cada vez mais fácil, chantagear a menina. Depois poucos dias já teve mais de cem fotos e uma hora de vídeos, e falou que queria transar com Amanda. Ela chorou e falou que queria permanecer virgem até casar, mas o tio falou, se ela não obedecesse, ele mostraria as fotos. Falou que até mostrá-las-ia para o filho, que teria certamente interesse de mostrar as fotos para os colegas na escola. Assim também os colegas da turma dela um dia iriam recebê-las. Amanda chorou mais forte, mas não teve jeito e se desvestiu. Ela pensou que pelo menos chegaria ao pior, então depois não pioraria mais.

Mas que erro. Poucos dias depois o filho de 16 anos descobriu o que os dois faziam, e até filmou os dois por uma fenda para ter algo na mão. Confrontou os dois com o fato e chantageou-os. Finalmente o pai cedeu ao filho o direito de poder também usar a menina, mas não poderia falar nada com a mãe, nem com outra pessoa.

Amanda já aprendera chupar com o tio, e agora chupou também o filho, e nisso foi filmada. E apesar das promessas de manter segredo, com que ele pago o serviço de Amanda, não foi fiel, mas mostrou o vídeo para os amigos. Assim Amanda ganhou na escola a fama de ser uma puta. Ela não sabia de nada, mas reparou que muitos a tratavam de uma forma diferente, e ela ficou sem jeito. Depois um dos amigos do rapaz convenceu-o para poder o privilégio de ver Amanda nua, ao vivo. Amanda protestou, mas novamente ameaçaram de publicarem as fotos e vídeos feitos, e assim Amanda resignou e tirou as roupas. Conseguido isso uma vez, não foi difícil para outros rapazes conseguirem o mesmo privilégio, depois de o primeiro ter se gabado de ter sido chupado por Amanda. Chegaram com o tempo mais rapazes, entre eles até um rapaz de sua igreja, e Amanda chegou no desespero ao ponto de dizer: “Tudo bem, publiquem esse material, para todo mundo saber uma vez que foi forçada a ser sua puta. Mas não aguento mais. De qualquer forma tem sempre mais gente sabendo.”

Os rapazes não entenderam. Mas Amanda repetiu, e eles verificaram que perderam essa arma e chantageá-la. Aí um deles falou: “Nos vamos montar um blogue com o título: “Amanda, uma putinha nua e perversa da igreja Deus é amor.”

“Não”, pediu Amanda logo, “deixem minha igreja pra fora. Foi eu quem errei, a igreja não tem culpa.”

Quando os rapazes ouviram essa resposta, insistiram e para forçar a jovem se sentaram logo no computador para montar o site. Quando Amanda viu isso, ela cedeu e falou: “Vocês podem fazer comigo o que quiserem, mas deixem a minha igreja de fora do jogo.”

Essa resposta era como uma festa para os rapazes, e daqui pra frente Amanda nunca mais podia protestar, se trouxeram mais amigos.

Certa vez chegou um homem de uns 25 anos, que falou que teria dó de Amanda e queria ajudá-la. Falou que seria melhor para ela virar puta e receber por isso do que ser carne gratuita para rapazes que só fazem sacanagem com ela. Os clientes seriam pelo menos gratos e teriam o maior respeito e admiração dela. Ele disse que teria um lugar para ela morar, e conheceria um puteiro bom e familiar, e além disso poderia arranjar clientes em particular.

Amanda viu que seria melhor para ela, e aceitou, e o homem levou-a embora. Foi perspicaz e arranjou algumas das fotos mostrando a Amanda chupar ou transar, e depois de ter levado a menina, ameaçou que iria mostrar as fotos à polícia, se o tio fosse para a delegacia fazer queixa.

Assim Amanda virou puta, mas no coração ela continuou uma menina evangélica pura, dócil, submissa e boa. Morava em outro bairro e raramente podia ir pra culto. Mas orou todas as noites em palavras e tentou pelo resto do dia continuar na oração, sendo aberta para Deus, até quando estava com cliente. Assim virou uma puta mansa, dedicada e fervorosa e fez sucesso com os homens.

Já que na escola os meninos não ouviram mais nada sobre Amanda, as sacanagens diminuíam, e quando numa festa três rapazes estupravam-na, o cafetão pegou cada um sozinho e deu uma surra neles. Assim a reputação de Amanda melhorou e ela podia estudar sem medo. O cafetão cuidou dela e deixou sempre algumas moedas como parte dela.

Amanda dividiu o quarto com uma outra puta do mesmo rapaz, e com o tempo fizeram amizade e Amanda contou-lhe de Jesus. A colega gostou, mas ficou ainda indecisa. Aí o cafetão testou a honestidade das meninas e deixou um monte de dinheiro em uma gaveta. Às vezes mandou as meninas buscar uma coisa, e assim Amanda viu o, mas não mexeu, porque por mais que queria sabia que uma evangélica não pode, e ela fez uma oração rápida e a tentação sumiu.

A outra puta, porém, não resistiu, pegou uma parte da grana e escondeu-a no quarto. Logo que o cafetão percebeu a falta, chamou as meninas e perguntou, se alguém teria levado o dinheiro. Além das duas meninas teve mais uma que dormiu no quarto do rapaz. Todas negaram, mas o rapaz trancou-as no banheiro e procurou até achar o dinheiro. Chamou Amanda e a colega, deu logo uma surra nas duas e perguntou, quem seria a ladra. Já que ninguém respondeu ele mandou às meninas tirarem as roupas e pegou primeiramente a outra menina. Sentou se e colocou-a em cima de seu colo, com a bunda para cima como para dar tapas na bunda de uma menina. Fixou os braços dela em baixo das coxas dele, mas não deu tapas, mas pegou o grelinho dela falando: “Agora Você vai confessar, senão vou puxar esse grelo até Você guinchar que nem coelho e contar tudo. E se Você tiver a ousadia de mentir, vou queimar sua buceta.”

Com essas palavras começou a puxar, e não demorou e a menina gritou alto pedindo misericórdia, em que ele só insistiu para ela confessar; e quando ele novamente puxou mais forte e ameaçou: “Confessa, para receber o castigo, que Você merece, sua puta!’ ai ela não aguentou mais e gritou: “Foi Amanda. Vi como ela escondeu o dinheiro no quarto.”

Amanda assustou, quase ela tivesse gritado, mas suprimiu o grito de susto, decepção, revolta e medo. “É verdade? Você viu-o? Se isso é mentira, vou puxar o seu grelo até rasgar, puta.”

“Sim, senhor, é a verdade.”

“Eu tenho meios para achar a verdade, que Vocês vão ainda conhecer. Quem mente na minha frente, vai se lembrar a vida toda desse dia.”

Com essas palavras deu umas tapas na bunda nua da menina e soltou-a. Agora era a vez de Amanda. O cafetão pegou a menina que tremeu de medo e colocou-a no seu colo da mesma maneira. Puxou o grelinho uns centímetros pra fora e perguntou: “É verdade, que Você furtou o dinheiro?”

O coração de Amanda bateu forte. O que aconteceria, se ela dissesse que não? Provavelmente o cafetão iria puxar o grelinho dela mais forte, assim como ele fizera com a coleguinha, e se ela insistisse o cafetão certamente conhecesse brincadeiras bem piores para achar a verdade. Ou iria punir as duas. E se ele afinalmente achasse a verdade, castigaria a menina sem dó, torturando ela. Quem sabe, Amanda nunca mais a veria e não poderia ganhá-la para Jesus, o que começou tão bem. Talvez ela desesperasse com a tortura. Nesse momento Amanda recebeu uma tapa forte na bunda e o homem começou a puxar o grelinho com mais força, encravando as unhas na carne tenra para o lóbulo não escorregar. Ela ofegou na tortura, torcendo e estrebuchando com as pernas no desespero. “Sim, senhor, eu confesso. Fui eu. Sinto muito e peço um castigo adequado para eu poder aprender e melhorar.”

“É mesmo, sua piranha? Quando Você fez isso, e como?” perguntou, reforçando a força com que puxou. Amanda não podia pensar muito, inventou às pressas uma história, pensando só em salvar a coleguinha da ameaça cruel. Mas ela não sabia, que o cafetão logo aproveitaria para perguntar mais: “Então Você é uma ladra, uma criminosa que furta até as pessoas responsáveis por ela, que ela deveria amar e honrar. Sua vaca suja.” Deu mais uma tapa e continuou: “Você não me honra?”

Amanda começou a chorar: “Sim, eu te honro, senhor, de coração te amo, mas errei, errei feio. Me perdoe, por favor, e me castigue para eu aprender.”

Ela desejava realmente agora que ele começasse a bater nela, se ele só soltasse o clitóris puxado e torturado entre seus dedos e unhas. Mas ele não a largou ainda, mas disse: “Eu quero que Você me conta agora tudo. Quando e como Você já furtou antes?”

“Não, não furtei não, senhor. Foi uma exceção.”

“Pensa na sua infância. Você furtou de sua mãe, seu pai, seu tio, seus primos, amigas? Conta tudo. Senão seu grelo vai rasgar aos poucos.”

Chorando Amanda confessou de tudo que podia lembrar. Já que o cafetão sabia que ela é evangélica, quis humilhá-la mais e exigiu que ela ajoelhasse e pedisse a Deus perdão por todos esses crimes, de voz alta. E que ela pedisse que ele ajudasse para ela melhorar, para os castigos melhorarem seu caráter e seu coração. Amanda quase não conseguiu falar, mas era uma oportunidade para mostrar à colega e ao cafetão como uma evangélica fala com Deus e ela se lembrou de pedir a Deus a ajudar a ela, e na hora ficou mais calma e o Espírito Santo lhe cochichou palavras certas que ela falou sem entender direitinho.

Depois o rapaz perguntou, em qual castigo ela pensou, e ela respondeu com calma: “Confio na sabedoria do senhor, que vai determinar um castigo à altura de meu crime e que é a medida certa para a minha educação.”

Ouvindo essas palavras o cafetão se comoveu e falou: “Acho que você já está entendendo. Por isso cem batidas na bunda e quarenta na xaninha devem ser suficientes.”

Depois do castigo o cafetão amarrou Amanda, colocou-lhe consoladores na boca, buceta e cuzinho e deixou-a sozinho, levando só a outra menina para fazer programas. Amanda chorou, a buceta latejou e queimou como fogo, e ela não dormiu nem um pouco. Às quatro horas a coleguinha voltou, abraçou Amanda, agradeceu e perguntou: “Por que Você fez isso para mim?” E Amanda respondeu: “Porque Jesus fez ainda muito mais para nós.”

Cinco meses depois a coleguinha foi batizada. Ela continua fazendo programa, porque tem ainda dívidas com o cafetão e obedece a ele, mas espera assim como Amanda que Deus lhe manda quanto antes um marido bom e a libere dessa vida para futuramente servir somente a seu marido – e a Deus, é claro.













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