
Também o Estado Islâmico inflige a suas cativas eletrochoques. Leia esse livro de desenhos animados no blogue Estado Islâmico
Uma puta tailandesa conhece a eletroterapia
Uma oportunidade para uma eletroterapia apareceu logo, porque fui alugada por alguns jovens ricos, que se queriam divertir de uma forma diferente, e meu cafetão propus a eles uma eletroterapia. Eles não eram tão ricos assim, mas foi negociado que ficaria a noite na casa deles. Eles não moravam muito longe e foram me buscar.
Levaram além da mordaça-pênis e as ferramentas comuns alguns apetrechos estranhos que meu cafetão lhes deu. Em casa, depois de eu ter chupada a eles e foi estuprada, me seguraram e tiraram as roupas, colocaram as minhas mãos em cordas penduradas do teto e puxaram minhas pernas aos lados com cordas fixadas aos lados até eu pairar livremente no ar, só segurada pelas cordas. Então me enfiaram a mordaça-pênis e fecharam o parafuso até o extremo, me deixando num sufoco danado. Tiraram das bolsas os apetrechos. Tinha um negócio de metal em forma de uma pera com um cabo preto em lugar da haste. Fizeram-me lambê-lo e enfiaram o troço com força no meu cuzinho. Depois pegaram dois grampos, fortes como os melhores prendedores de roupas, mas de metal e com dentes agudos. Fixaram-nos em meus mamilos. Depois pegaram mais um grampo, menor, mas ainda mais forte, e o colocaram em meu grelinho. Um repelão de dor percorreu meu corpo e dancei nas cordas como uma mosca capturada em uma teia de aranha. Os meninos fixaram três cabos nos três grampos, cabos azuis para os peitos e um cabo vermelho para o clitóris. Com o peso do cabo o puxo no clitóris aumentou, e novas ondas de dor inundaram meu corpo, e agora também os meninos comentaram rindo: “Uma mosca presa em uma teia!”
Me deram algumas tapas de incentivo, e tiravam depois de uma bolsa um aparelho. Ele teve uma marcação vermelha, uma preta, dois azuis e uma amarela para ligar os cabos nos contatos certos. Ligaram todos os cabos, só a entrada amarela ficou livre. Depois me deram o primeiro eletrochoque. Ele era fraco, mas aumentaram a voltagem, e o próximo já me fez tremer e dançar de novo, na tentativa de curvar o corpo pela força da eletricidade. “Uma mosca!” gritaram de novo e riram muito. Aumentaram ainda mais a voltagem, testaram de várias maneiras, e quando achavam que encontraram a dose certa para divertir-se com uma puta nua, ajustavam o autômato assim, que recebi de cada dois minutos um eletrochoque. Eles ficavam assistindo, zombando de mim, petiscando também meus peitinhos, lábios da buceta , bunda e nariz, e jogaram no computador. Mas depois foram sairam e me deixaram sozinha com o aparelho cruel e impiedoso. Tentei com uma ataque súbita tirar as mãos das cordas, mas em vão. O próximo eletrochoque me fulminou fortemente e acabou com a resistência, queimando meu corpo, sobretudo as partes íntimas. Chorei e uivei no desespero, mas quase nenhum ruído saiu da minha boca brutalmente asfixiada. Tentei fazer movimentos abruptos para perder os grampos, mas não consegui. Depois de mais alguns eletrochoques não aguentei mais, o desespero era tão grande, o corpo em chamas, reuni todas as forças e me revoltei com tudo, me torcendo com força do desespero, mas não consegui nada. Morta de cansaço pendurei nas alças, incapaz de me mexer mais. Aí chegou o próximo eletrochoque tão forte que nem consegui respirar por muito tempo. Os olhos se encheram de água, não vi nada. Pisquei, piquei, tentei respirar, mas já veio o próximo choque. Quando afinalmente consegui levantar o véu das lágrimas e olhar, vi que a posição da roda no aparelho foi mudada. Um dos meninos voltara e aumentara a voltagem cinicamente, e por isso os eletrochoques saíram ainda mais fortes do que os outros meninos maldosos tinham determinado para uma puta, que era um brinquedo de ludíbrio e zombaria para eles. Gritei no meu desespero, chorei, mas consegui formar grito nenhum, porque a mordaça ficava tão fundo na minha garganta e estrangulou meu aparelho fonético. Os choques abalavam meu corpo tanto, que pensei iria morrer, se continuasse assim por mais tempo. Lembrei-me, que iria morrer sem ter ajudado aos meus pais. E sem me despedir de minhas colegas. E deixaria uma dívida que a organização ficaria com o prejuízo. Outro choque elétrico explodiu em meu corpo, minha vagina e meu cuzinho se contraíram dolorosamente, como em câimbra, e demorou até se soltaram. O menino ficou lá em pé sorrindo de desamparo. Meu Deus, pensei, se tu existes, me ajuda ! Pensei, que acabei falando uma heresia. Porque sabia que ele existe. Será mesmo que sabia? Ou será que só ouvi falar dele? A única coisa sobrenatural que conheci foi o sonho da Kira. Era mesmo uma prova? Se ele existe, me tivesse liberado bem antes, pensei. Mas, ao outro lado, por que iria me ajudar, já que eu não fazia nada para ele? Outro choque abalou meu corpo, e não consegui mais enxergar nada pelo véu das lágrimas e dores. Pensei, que deveria buscar mais a verdade sobre Deus. Se ele existisse, seria a coisa mais importante e poderosa do mundo, e por isso seria necessário buscá-lo seriamente para saber, se ele existe. Assim como algumas crianças, que foram sequestrados como bebês, buscam seus verdadeiros pais e querem saber, se eles vivem e como eles são. Agora iria morrer sem ter certeza. Outro relâmpago de dores abalou meu corpo torturado, e no meio dessa agonia clamei a Deus e gritei em pensamento: Meu Deus, me perdoe que fui tão ruim, me perdoe que não te busquei. Pensei, como eu era ruim, sentindo ainda esse rancor em mim em vez de servir aos meus clientes somente em submissão, sem rebeldia. Será que agora é tarde demais para mudar a vida, vou morrer e ir não sei para onde. Outro choque elétrico me fez estrebuchar como um boneco cheio de ar em frente de postos de gasolina. Meu Deus, me perdoe. Quero ser boa, me ajuda e aceita para eu possa ser a sua filha. Sou tão ruim, Deus, mas me deixa ser a sua filha. Chorei mudo, as lágrimas correndo e refleti sobre como eu era ruim. Pendurei toda exausta nas cordas, pairando no ar, e de repente senti, que estive leve. Meu corpo doeu tanto, que nem percebi os detalhes, mas me parecia, que alguém me segurou. Será que um dos jovens acordou e queria transar comigo? Quem sabe, me tiraria daqui e levaria para a cama? Mas não senti as mãos deles, era uma pessoa totalmente meiga, gostosa e infinitamente suave. Será que era a Kira ou a Tatiana? Mas como chegou para cá? E ela não me beijou, mas só me segurou. “Tatiana”, falei, mas me lembrei que não podia falar. Esperei cheia de medo o próximo choque elétrico, só consolado pelo abraço tão gostoso. Estranhei, que o choque não veio. Será que ela desligou o aparelho? Só podia ser. Tentei abrir os olhos e pisquei para enxergar, mas não consegui ver nada. As luzes do aparelho tinham iluminado o cômodo provisoriamente, mas todas as luzes eram desligadas. Será que alguém puxou a tomada, ou será que virei cega? Quanto mais demorou, mais senti que não era uma pessoa, que me segurava, já que ficou completamente imóvel por horas. Será que eu já era morta e por isso não senti mais peso? Era tão gostoso, e comecei a orar, agradecendo a Deus por ter me ajudado. Reconheci que sou ruim e não sabia nada de Deus, mas disse que queria conhecer o amor dele, queria servir a ele, e, se ele aceitasse uma puta suja e ruim, queria entregar-me a mim mesma a ele, para ser sua filha, ou melhor, sua escrava, porque certamente ele não queria uma puta como filha. Senti como o abraço ficou mais forte. Poderia ser uma pessoa, mas só Deus podia entender meus pensamentos e revidar com um apertão. Será que Deus estava presente? Comecei a cochilar e adormeceu gostosamente nos braços de Deus, toda feliz, sonhando que fosse ainda uma criança pequena, indo para a escola...fui tão feliz nessa época, muito pobre, mas tão feliz...
Acordei com um golpe forte, que abalou meu corpo. O próximo eletrochoque ! Agonizei, e quando consegui organizar a minha cabeça pensei: Será que sonhei? Passou só um minuto, que sonhei, e agora vem o próximo choque? Já ouvi alguém falar, que a gente às vezes sonha muita coisa e acha, que passaram horas, mas que na verdade passam só segundos. Abri os olhos e vi as luzes desse aparelho digno de todo meu ódio. Mas nem achei logo o sentimento de ódio, era escondido fundo na minha alma como não ser usado por muito tempo. Esperei o próximo choque em meiguice e submissão, como o aparelho fosse meu cafetão que é meu dono e tem o direito de me tratar assim como ele quer. Estranhei esses pensamentos. Não queria matá-los? De onde veio esse caráter dócil e conformado? Não sabia, mas o próximo choque me fez tremer novamente. Abri novamente os olhos a custo e vi que o relógio do aparelho mostrou duas horas da manhã. Eu dormi, então, por duas horas. Mas porque os choques não me acordaram antes? E meu corpo não doía assim como um corpo dói que pendura quatro horas como uma mosca na teia da aranha. Enigmas e mistérios, mas não pude refletir mais, porque o próximo choque elétrico me bateu. Será que foi Deus? Será que ele desligou o aparelho? Mas por que ele foi embora, e por que ele ligou o aparelho de novo? Para ninguém reparar o que ele fez? Poderia ter esperado por mais tempo, pelo menos. Não sabia, o que pensar, mas senti uma alegria tão grande, que comecei a cantar um hino. Não saiu tom nenhum, só cantarolei-o na minha mente, mas me deu um consolo grande. Parecia-me até que os choques eram menores, mas o aparelho estava na posição como depois de o menino aumentar a voltagem.
Pouco depois voltaram os jovens, trazendo mais amigos. Para esquecer o cansaço da noite e acordarem melhor, os meninos me beliscavam, zombavam, mas depois soltavam os grampos e me mandaram tomar banho. Mas minhas pernas não me seguraram e caí no chão. “Não precisa se ajoelhar, puta”, falaram.
“Ela quer nós agradecer pela educação”, falou outro.
“Para uma puta era certamente uma noite gostosa e divertida. Fala puta, você quer agradecer a gente? Gostou da noite?” Não podia falar, mas fiz de sim com a cabeça para agradar a eles. Eles me puxavam para o chuveiro, me deram um banho e me estupraram de novo. Logo depois me colocaram de volta na “teia de aranha” e ligaram os cabos em minhas partes.
Dancei na agonia, enquanto eles testaram o aparelho para achar a voltagem certa, e quando acharam o mesmo grau como de outra vez, decidiram de aumentar um pouco mais, porque eu deveria me acostumar aos poucos a maiores voltagens. Me observaram zombando. Depois começaram a comer linguiças e depois sorvete, enquanto eu sofria, e de vez em quando me deram uma tapa ou beliscaram o peito, os lábios da bucetinha, a bunda ou o nariz. Quando beliscavam o nariz, fecharam-no e com a mordaça-pênis na boca fiquei completamente sem ar, sofrendo até quase morrer. A maioria fumou, e a namorada de um deles incentivou-o para encostar a ponta em brasa do cigarro no meu grelinho. Dancei e agonizei como uma louca, e todos riram muito. Depois de um tempo o rapaz ficou tão tenso que não aguentou mais e queria transar com a namorada, mas ela animou-o para queimar mais vezes o meu grelinho, e todos reparavam, que ela se estimulou com meu sofrimento. Ela incentivou os moleques para me estuprarem, e quando eles não queriam, provocou o próprio namorado até ele me desafivelou e estuprou com toda a força. A menina, no entanto, beliscou meus peitos e minha bucetinha. Deve ter tido vontade de sentar na minha face ou de mijar em mim, mas não teve coragem na frente dos moleques.
Depois me colocaram de volta, colocaram os grampos e a pera para o cu e pegaram mais um negócio amarelo com um cabo amarelo. Era um consolador, e o cabo amarelo dele se encaixa no último lugar livre no aparelho. Ele tem vários tipos de movimentos, que podem ser escolhidos no aparelho. A moça li o manual. Teve um programa que se chamou “Escrava apaixonada”. Ele foi desenvolvido para submeter mulheres para virarem escravas totalmente submissas e também apaixonadas por seu torturador e dono. Todos riram e falaram: “Eu quero ser o torturador.” Brincando combinaram para cada um colocar um petrecho em mim, os três grampos, a pera e o consolador para a buceta, que é fixado com cordas e um cinto. Depois cada um aumentou a voltagem um pouco, até ela chegar ao ponto certo, e depois todos colocaram o dedo no botão e ligaram juntos o programa. Assim todos poderiam ser considerados torturadores. A cada dois e meio minutos aplicou um desses terríveis eletrochoques em mim. Depois de um choque o corpo fica tenso e estarrecido, e mal que se soltam as contrações involuntárias, o consolador começa a vibrar de um jeito muito excitante. Com o tempo o consolador vibra e treme cada vez mais forte, e parece que ele também consegue fazer movimentos para dentro e fora, como transar, para socar na buceta da vítima. Os moleques ficaram para me observarem, zombarem e beliscarem, mas com o tempo cansaram e foram dormir. A namorada tivesse gostado de ficar por mais tempo, preferidamente sozinha comigo para aplicar as unhas longas e fortes em minhas partes mais sensíveis, mas o namorado sentiu que era inconveniente ficar sem os outros. Vamos dormir aqui, ela falou, é já muito tarde pra voltar em casa. Ela queria certamente dar um jeito para depois o namorado adormecer voltar para judiar a mim, mas ele não queria, por mais que ela pediu, e assim eles saíram. Mas mesmo assim a noite era um horror sem fim. Esperei, que Deus me ajudasse outra vez, mas não aconteceu. Em vez disso meu corpo caiu em uma mistura de excitação sexual e tortura.
Quando o consolador começou a trabalhar, na minha mente surgiram desejos de ser estuprada e abusada pelos jovens e seus amigos, e imaginei chupar a buceta da namorada. Mas mal começado a mergulhar nesse sonho, que me aliviou aguentar as dores, o consolador parava e recebia um eletrochoque danado que me destruía. Dessa maneira sofri a noite toda, até que na manhã os jovens me liberaram para me devolver. Caí no chão e quis pedir para poder ser também a escrava e puta obediente deles, mas por causa da mordaça nem consegui falar, e meus sinais ninguém entendeu. Quando, porém, tiravam a mordaça, me joguei de novo no chão e pedi para poder servir a eles como escrava e puta. Eles riram e me estupravam mais uma vez; teriam que pagar pelo menos uma hora extra, porque o tempo combinado já acabou.
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