BR 116: “A estrada para o inferno” - The highway to hell. Maior aglomeração de putas menores baratas e desabusadas








Assim a estrada é apelida no exterior. Famosa pela sua grande quantidade de prostitutas menores ela da trabalho para inúmeras prostitutas. De dez em dez km a polícia registrou pontos onde prostitutas se oferecem. Entre elas meninas a partir de dez anos. Putas negras, mulatas, faveladas, a partir de R$ 2.
Mesmo com as blitzes e o risco de serem enquadrados existem motoristas que se envolvem com as jovens que os procuram. O carreteiro J.R.S., com mais de 20 anos de estrada, viaja por todo o Brasil e diz já ter contraído várias doenças sexualmente transmissíveis. Mesmo assim, não deixa de se relacionar com meninas que ficam nos postos de abastecimento. “A gente chega cansado de viagem, aí recebe um carinho aqui, outro lá, é bom demais”, afirma o motorista, que tem 48 anos e foi casado duas vezes. “Gosto de carne nova e que dê no couro. Ninguém imagina o que estas meninas são capazes de fazer. São espertas demais e não cobram caro”. Segundo o carreteiro, o programa pode variar entre R$ 10 e R$ 30 reais. “E depois, a gente nem precisa sair do caminhão, é entrega a domicílio”, sorri. Para ele, são as meninas que escolhem esta forma de ganhar a vida. “Não tenho pena, não. Elas que se oferecem e eu não penso duas vezes”.
Sentadas em círculo desde as primeiras horas do dia e cobertas por roupas sumárias e desbotadas, as adolescentes de 14 e 16 anos se embriagam com um coquetel de cachaça, refrigerante e anfetaminas, no entrocamento das BRs 116 e 381, ao lado de prostitutas. Aguardam viajantes, principalmente caminhoneiros, que paguem R$ 10 por uma rápida relação sexual, ali mesmo, às margens das rodovias, em Governador Valadares, no Vale do Rio Doce. “Já nasci largada nessa vida, faço programas, bebo com as meninas, nem durmo mais. Quando vejo, estou no acostamento, na boleia ou deitada aqui na grama”, conta a mais nova, que fuma compulsivamente e diz ter começado a se prostituir aos 11 anos.

Durante o dia muitas meninas estão de short nem muito ousado para confundir a polícia. Já à noite a situação muda, os shorts viram menores e apertadinhos, outras meninas trabalham de biquíni, e muitas de minissaias curtas e bonitinhas, combinadas com calcinha fio dental. Umas 10% trabalham de minissaia sem calcinha.
28% das garotas aceitam também programas sem camisinha. O método de não engravidarem mais comum é fazer xixi logo depois do sexo, muitas vezes sem vergonha na frente do cliente. Tem até clientes que gostam de ver as putinhas agacharem e fazerem xixi. Mas o método não é confiável, já que a porra entra fundo na bucetinha, mas o xixi lava só a entrada dela.
Muitas putas menores estão na rua, porque foram abusadas e estupradas em casa, ou são forçadas para prostituir-se para trazer dinheiro para a família. "O violador está na família, convive com as crianças, porque normalmente é um tio, um pai, padrasto, irmão, muitas vezes com o conhecimento da mãe. É uma questão histórica e cultural, uma violência quase endêmica, porque, na maioria dos casos, o violador de hoje já foi violado ontem."
 

Mulatas e negras nunca faltam na BR

 




Puteiro clandestino na BR


Meninas em situação de risco na BR em Minas Gerais

Marita começou a chupar com 10 anos na escola, cobrando 10 centavos. Um ano depois já teve um cafetão, um colega de 15 anos, que cobrou 25 centavos por chupada dela, ficando ele com 20 e passando 5 para ela. Uns meses depois os moleques desvirginaram a menina e mandaram-na fazer programa, a meta no início eram só três programas por dia. Hoje, com 15 anos, a sua meta é 10 programas por dia. "Meu cafetão é muito bom. Ele é rígido e ganho muitas surras, mas ele me educa e me mantém longe das drogas."

 
 

 
Muitas garotas são exploradas sem dó e tratadas como animais
 
Prostituta de 15 anos. Seu primeiro cliente foi o padrasto
 
 
No norte trabalham também índias nas estradas. Muitas já tem um bebê de um pai desconhecido, e elas chupam a partir de 50 centavos.
 
 
 
 
 
 
 

Grupo de prostitutas e meninas em risco e vulneráveis. Algumas negrinhas começam com 5 centavos, por exemplo, se elas chupam colega na escola
 

 

Nenhum comentário:

Postar um comentário