Aldeões espanhóis usavam menina deficiente como propriedade pública
Em uma vila pequena na Espanha vivia uma menina, que é deficiente mental. Os pais queriam-se largar do fardo e pretendiam dar a filha indesejada para um orfanato, mas os caminhos longos até a cidade maior com administração e orfanato levaram os pais para adiar o plano por várias vezes. Comentando sobre isso no barzinho, alguns homens se lembravam, que a menina é bela e incentivaram o pai para procurar uma outra solução.
Ele tem no fundo da casa um pequeno abrigo para ferramentas e outros troços. Os vizinhos ajudaram para tirá-los e para abrigar algumas coisas em um galpão de um vizinho e na garagem de outro. Depois colocaram o colchão da menina lá dentro e acorrentaram-na no abrigo com uma corrente de ferro de três metros. Aí ela ficou, e todos os homens da vila podiam-na usar de graça, só ajudaram com alimentos e roupas usadas para a menina. Assim os pais não tiveram mais custo com ela, e os homens, que podiam alcançar o abrigo pelo fundo do lote sem atrapalhar a família na casa, aproveitaram a menina por seis anos de graça. Ela teve que transar por dia com cinco até quinze homens. Em tudo a menina foi estuprada mais de 20 mil vezes. Quando ela teve 17 anos, uma pessoa na cidade foi informada sobre o comportamento escandaloso nessa vila. A menina foi liberada, mas os pais alegaram que não sabiam de que homens abusavam da filha, já que eles vieram clandestinamente pelo fundo. Mesmo assim eles foram julgados por desleixo da filha a um trabalho social de respectivamente 100 horas. Dos outros homens ninguém foi acusado, porque a menina não conseguiu identificar claramente os homens.

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