
Não é só na beleza da menina que o comprador deve ficar de olho. Também o caráter, a habilidade, a docilidade e até a religião têm a sua importância e influenciam o preço da “mercadoria” no tráfico da “escravatura branca”. O fator mais importante para 55% dos cafetões e traficantes de meninas é mesmo assim a beleza. 17% votaram na docilidade e meiguice, 15 % na submissão e obediência, e 9% nas habilidades na cama. Eles optam pela beleza, porque a maioria acha, que eles mesmos podem criar as outras virtudes numa puta através de uma educação rigorosa e boa, enquanto a beleza é um dom dado e quase impermutável.
Interessante nesse aspecto é que 48% preferem meninas meigas, submissas e obedientes, 18% falam que tanto faz, mas 16% preferem meninas um pouco rebeldes e 18% meninas
muito rebeldes, porque acham gostoso se eles mesmos têm que incumbir se ao trabalho de educar uma puta novinha através de ameaças, promessas, estupros e principalmente castigos rigorosos e também surras e flagelações preventivos. Eles acham que a puta depois é mais intimamente ligada a eles, além de gostarem dos estupros e torturas. 84% falaram que gostam de quebrar meninas sexualmente.
muito rebeldes, porque acham gostoso se eles mesmos têm que incumbir se ao trabalho de educar uma puta novinha através de ameaças, promessas, estupros e principalmente castigos rigorosos e também surras e flagelações preventivos. Eles acham que a puta depois é mais intimamente ligada a eles, além de gostarem dos estupros e torturas. 84% falaram que gostam de quebrar meninas sexualmente.
Quanto á preferência em geral ou preferência profissional 85% dos cafetões e traficantes de meninas preferem putas brancas, já que elas rendem mais. Na pergunta eles deviam dizer, se eles poderiam comprar pelo mesmo preço uma linda branca, negra, mulata, índia ou asiática, por qual iriam se decidir. Quanto à preferência pessoal, foram consultados sobre com que tipo de puta eles prefeririam trabalhar, independente do dinheiro. Deveriam imaginar, que fossem ajudante em um puteiro e recebessem um fixo. Agora teriam a opção de escolher entre muitas putas novas, de quais delas queriam cuidar para educar, treinar, castigar e, se necessário, torturá-los. Nesse caso 41% gostam mais de mulatas, 18% de negras, 21% de brancas, 16% de asiáticas e 3% de índias.
Quanto a preferência religiosa também foi feita a mesma diferenciação. Se comprarem putas, visando bons negócios, 31% preferem putas sem ligação religiosa, 22% preferem prostitutas evangélicas, 13% putas católicas, 29% não têm preferências e 4% optam por outras religiões. A pergunta, com que tipo de putas eles pessoalmente gostam de trabalhar, independente do dinheiro, só pensando na educação, castigos e a tarefa de quebrar a menina sexualmente e fazê-la submissa e psicologicamente dependente de seu cafetão, 48% gostam mais de trabalhar com putas evangélicas, 28% não tem preferências, 8% optam por prostitutas católicas, 7% preferem putas sem ligação religiosa, 5% optam por putas judaicas, 1% por muçulmanas, 2% por budistas e 1% por outras religiões.
Se comprarem putas, visando bons negócios, 69% preferem putas que adoram ser prostitutas. 21% preferem meninas que se decidem pela prostituição por necessidades como extrema pobreza, e 10% preferem meninas que foram forçadas por terceiros. A pergunta, com que tipo de putas eles pessoalmente gostam de trabalhar, independente do dinheiro, só pensando na educação, castigos e a tarefa de quebrar a menina sexualmente e fazê-la submissa e psicologicamente dependente de seu cafetão, recebeu respostas diferentes: 71% gostam mais de putas forçadas para se prostituirem, porque o processo de educar, submeter, treinar, estuprar, castigar, acostumar e humilhá-las é mais importante, demorado e por isso mais gostoso e satisfatório para o responsável.
Quanto à idade foi também feita a mesma diferenciação. 44% preferem profissionalmente putas acima de 18 anos, porque elas rendem mais. 35% preferem prostitutas de 15 até 17 anos, e 15% preferem putas de até 14 anos.






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| Misty Stone, atriz de pornô evangélica, dando um exemplo para meninas evangélicas. |






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Muitas meninas evangélicas são atrizes de pornô, cantoras como Beyonce, Mariah Carey e Britney Spears, putas, dançarinas e prostitutas de boa qualidade e educação.
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Putas evangélicas não reclamam se recebem castigos merecidos ou educativos. |



















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"Quero ser uma bênção para os meus clientes, o meu cafetão e a minha família"
Ela é uma jovem evangélica e uma prostituta dedicada, boa, submissa, obediente ao seu cafetão e aos seus clientes, sempre mansa e dócil e nunca preguiçosa.
Ela faz de tudo para satisfazer o seu cafetão e seus clientes, para fazer a eles felizes. Ela fala às colegas de Jesus e beija com paixão. Ela chupa nua, de joelhos, lambendo tudo, inclusive os bagos e o cu do cliente, deixa a ele enfiar fundo na garganta e engole. O dinheiro que o cafetão lhe deixa ela manda para ajudar aos seus pais e irmãos. Ela não desperdiça seu dinheiro com roupas caras. Sai pouco do prostíbulo, e lá dentro quase não precisa de roupa. Se ela tem tempo livre, lê livros, aprende inglês e toca violão, coisas que contribuem para ser uma prostituta ainda mais perfeita. Tudo isso, porque o amor é muito forte e vivo nela, e como evangélica ela obedece aos seus superiores.
"Meus superiores são meu cafetão, os funcionários do prostibulo e temporariamente o cliente. Porque na hora, em que ele me aluga, meu cafetão me dá a ele, e por isso ele é nesse momento meu superior. Se ele me maltrata ou até tortura não reclamo mas oro a favor dele, porque os homens que maltratam meninas fazem isso, porque eles são cheios de raiva e aborrecimento, eles sofrem com isso. Oro também que tais homens venham para mim e não torturem as outras meninas que não tem o consolo do evangelho e sofrem por isso muito mais sob maltratos e humilhações."
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